Safra 2022: quais são as projeções para o clima?

Safra 2022: quais são as projeções para o clima?
Safra 2022: quais são as projeções para o clima?

O clima é um dos fatores que determinam para qualquer produtor, seja no período safrinha, safra de inverno ou safra verão, indiferente das culturas, quando deve-se iniciar o plantio ou realizar a colheita 

Por isso, é importante acompanhar as previsões meteorológicas para que a plantação não sofra tanto, pois como consequência pode acarretar no resultado da produtividade na lavoura.

Mas hoje em dia, o uso da tecnologia e ferramentas auxiliam o produtor a adiantar ou atrasar o plantio, como é o caso do banco de dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que mostra o histórico pluviométrico dos últimos anos, inclusive por regiões.

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La Niña

Além de ter detalhado o histórico pluviométrico por região através dessas ferramentas, é importante saber que os meteorologistas já falam da influência do La Niña desde o segundo semestre de 2021. 

Esse fenômeno, que é recorrente desde o último ano, se caracteriza pela diminuição da temperatura da superfície das águas do Oceano Pacífico, o que provoca alterações nos padrões de chuva e temperatura em todo o planeta.

No Brasil, por exemplo, o La Niña causa chuvas acima da média especialmente nas regiões Norte e Nordeste e, seca e aumento de temperaturas no Sudeste, Centro-Oeste e na região Sul.

Ainda no ano passado, informações da NOAA (Administração de Oceanos e Atmosfera (NOAA), dos Estados Unidos, órgão que presta serviços de apoio e realiza estudos sobre meteorologia, analisou que de dezembro a fevereiro de 2022 há 64% de probabilidade de La Niña e 33% de neutralidade.

Já para janeiro a março, os indicativos mais recentes são de 55% de La Niña e 41% de neutralidade. 

Apesar desse fenômeno trazer insegurança ao produtor, a sugestão é que o monitoramento das previsões de seca e de chuva continuem ocorrendo. Assim, é mais fácil acertar qual o melhor momento para realizar o plantio e/ou a colheita.

Riscos para a agricultura

Os riscos para a agricultura sempre vão ocorrer, apesar de que com as ferramentas voltadas ao agronegócio, os prejuízos acabam sendo menores.

Todavia, segundo uma análise feita pela MetSul Meteorologia, um dos principais geradores de conteúdo de informação meteorológica do Conesul, o maior risco por deficiência hídrica na próxima safra será no Sul do Brasil. 

A falta de chuva e calor muito intenso com temperatura bastante acima da média podem causar quebras na cultura de milho, por exemplo, o que ocorre no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Além disso, o La Niña poderá causar estiagens regionalizadas no Paraná e Mato Grosso do Sul. 

A boa notícia é que, em períodos de La Niña, a região conhecida como Matopiba, que compreende os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia, costuma ser beneficiada. 

A previsão climática é favorável à cultura da soja na região, que deve registrar boas produtividades.

Previsão do tempo até o outono de 2022

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) prevê que o ano começará apresentando índice pluviométrico inferior à média em Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal, Espírito Santo e no centro do Mato Grosso do Sul, no sul e no leste de Tocantins, no sul do Piauí e na Bahia, exceto no litoral. 

Já o Estado de São Paulo, a região Sul e a faixa Norte do Brasil poderão ter chuvas ligeiramente acima da média.

Precipitações irregulares durante fevereiro podem ocorrer no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde o modelo de previsão de tempo aponta chuvas abaixo da média histórica.

O outono começará com chuvas abaixo da média na região Sul, no Mato Grosso do Sul e no sul do Mato Grosso, segundo o Inmet.

Em março de 2022, Amazonas, Roraima, Pará, Piauí e centro e sul do Ceará, além de uma área entre o sul de Minas Gerais e o norte de São Paulo, deverão ter índice pluviométrico acima da média.

Áreas atingidas pela estiagem

A falta de chuva nas áreas do centro-sul do país é tão intensa que mobilizou representantes da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). 

Neste mês de janeiro, equipes viajaram pelas regiões a fim de avaliar os riscos e os prejuízos.

Desde o fim do ano passado, quando foram identificados os primeiros impactos do período de seca nas regiões, a equipe técnica do Mapa está em campo para avaliar a situação das lavouras.

Com isso, é possível identificar a amplitude do impacto na produção agrícola, dimensionando os níveis de perdas por cultura e região.

Ficou claro o quão importante é saber das condições climáticas a curto, médio e longo prazo para não ser surpreendido na hora do plantio e da colheita?

Aliado a isso, as tecnologias preditivas também ajudam a economizar dinheiro e tomar decisões baseadas em estatísticas. 

Como conseguir tudo isso? Com a tecnologia da NetWord Agro, que se preocupa com a produtividade na lavoura para trazer bons resultados e crescimento para a sua propriedade.

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