O que se espera do agronegócio para a safra de 2022?

O que se espera do agronegócio para a safra de 2022?
O que se espera do agronegócio para a safra de 2022?

O agronegócio sempre teve e vai continuar tendo seus altos e baixos. Vários fatores interferem para uma boa safra, desde condições climáticas até o mercado internacional.

Vale lembrar que o agronegócio é um dos pilares que sustenta o país, então se isso não estiver bom, tudo despenca. 

Como todos nós sabemos, esses dois últimos anos foram de incertezas dentro e fora do agro. Apesar de tudo o que vivemos, e ainda estamos passando, podemos comemorar quando o assunto é a agricultura brasileira.

Isso porque ela deu um salto em inovação para garantir o abastecimento neste período. 

Estamos falando de soluções tecnológicas que incluem imagens captadas por drones e satélites, passando pelo geoprocessamento e inteligência artificial, até máquinas conectadas. 

Agro em 2022

Mas como esse cenário estará no próximo ano?

Segundo boletim divulgado no dia 1º de dezembro pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), com base em dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a safra de verão 2021/2022 na soja baterá recorde na produção (+3,4%).

Já com relação a oferta interna de milho, haverá uma recuperação após a quebra registrada na última temporada (+34,1%).

De acordo o superintendente de Inteligência e Gestão da Oferta da Conab, Allan Silveira, se confirmada essa previsão, “o Brasil deve recuperar seu protagonismo no mercado internacional, como segundo ou terceiro maior exportador mundial da cultura, além de ter uma recuperação dos estoques esperados ao final do ano-safra 2022/23”.

Soja

Para a soja, o Ipea ressalta que a maior oferta no Brasil, acompanhada de uma boa safra nos Estados Unidos e estoques elevados na China, deverá pressionar os preços internacionais.

Segundo o gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA, Guilherme Bellotti, “espera-se mais um ano de bons preços para a soja, apesar do aumento esperado para a produção”.

A safra global 2021/22 da oleaginosa deverá aumentar 5%, somando 383 milhões de toneladas. Ainda assim, a relação estoque-uso deverá oscilar ao redor de 24% — nível baixo sob uma perspectiva histórica, o que deve contribuir para sustentar o preço do grão.

Milho

No caso do milho, a valorização deve apresentar um recuo diante de uma retomada da produção global, que deverá ser superior à demanda, o que não acontece há 4 anos.

Ainda assim, o equilíbrio é frágil, e a cotação poderá subir caso haja algum problema em um importante país produtor.

Café

Já em relação ao café, de acordo com o Ipea, a oferta restrita da safra atual, decorrente da bienalidade negativa e o clima desfavorável foram responsáveis por colocá-lo no roll dos produtos, que registrou o maior aumento de preço no terceiro trimestre deste ano. 

Os problemas climáticos vêm contribuindo para as altas no preço internacional em função da perspectiva de baixa produção para a safra 2022/2023.

Algodão

O consumo de algodão tende a seguir firme e apresentar taxas de crescimento superiores ao do aumento da produção, diante da expectativa de continuidade de aceleração da economia global em 2022.

Preços internacionais

Os preços internacionais apresentam tendências de crescimento graças ao momento de recomposição de estoques por parte de diferentes países, segundo afirmou o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Júnior, ao ressaltar que o clima contribuirá para a formação dos preços dos produtos agropecuários.

Ana Cecília Kreter, pesquisadora do Ipea, também enfatizou que o Brasil é “um dos principais produtores e exportadores da maior parte das commodities analisadas neste estudo. Qualquer mudança na estimativa de produção brasileira impacta também os preços internacionais”.

Novidades no setor do agro para 2022

A tecnologia especializada para esse segmento vem contribuindo e esse cenário para 2022 vai permanecer, inclusive com a possibilidade de implantar novas práticas em todos os setores.

Pensando nisso, a NetWord Agro vem aprimorando seus estudos e conhecimentos através de uma uma fazenda inteligente, chamada Smart Farm, que nada mais é que uma parceria com a Biopark.

O uso das tecnologias consegue monitorar e fazer o manejo do solo, possibilita ter uma irrigação adequada, foca também na logística de colheita, armazenagem e escoamento da safra.

De que forma isso acontece? Com sensores IoT (Internet of Things / Internet das Coisas) e com a tecnologia preditiva. Ou seja, uma vitrine de como é possível reduzir custos e aumentar a produtividade de uma lavoura. 

Além disso, recentemente, Marcos Ferronato e Ana Carolina (pai e filha), fundadores da NetWord Agro, tiveram a oportunidade de conquistar novos investidores no Shark Tank Brasil.

No programa eles receberam uma proposta de investimento de R$ 3 milhões por 20% do capital da empresa e dois novos sócios de renome: Camila Farani e José Carlos Semenzato. 

O desfecho dessa parceria ainda será escrito nos próximos post. Aguardem!

Como você pode perceber, é preciso ficar de olho no mercado internacional e também no PIB para tomar decisões sem correr o risco de perder dinheiro.

Aliado a isso, a tecnologia vem superando as expectativas de qualquer produtor que busca lucratividade com a lavoura.

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